nanoesculturas

As formas lembram as primeiras imagens produzidas por computador em uma côr, somente com caracteres ascii que hoje viraram peixinhos, elefantinhos, vasinhos e cavalinhos (de tróia) a infestar os orkuts da vida.

natureSó que agora, como se diz, o buraco é bem mais embaixo: manipulação átomo por átomo, em escala nanométrica, que significa dividir um milímetro por um milhão e fuçar nos DNAs, recombinar partes de moléculas fazendo nanoesculturas, ou no dizer dos autores, origamis.

Entre elas está o menor mapa das Américas (na imagem ao lado, o último), mais fininho que um fio de cabelo. Não serve para consultas, óbvio, mas atiça um bocado a imaginação de cientistas, pesquisadores e ficcionistas.

A mania de mexer com o muito pequeno vem de longe. Os miniaturistas orientais na Idade Média já brincavam de pintar árvores em grãos de arroz e, imagino, antes deles, outros fazendo arte em presas de mamute, pedrinhas lascadas ou nacos de madeira. O manejo é o mesmo, só mudam os instrumentos e as dimensões. 

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