bons ventos, lá fora

wind powerA capacidade de geração de energia elétrica a partir dos ventos (eólica) teve um acréscimo global em torno de 24% em 2005, segundo os dados do Earth Policy Institute. A média anual da última década beira os 30%.

É a fonte de energia limpa que mais cresce no mundo, sendo a Europa responsável por dois terços (40.500 megawatts) de toda a produção (59.100 megawatts).

Enquanto isso, no Brasil, dos 27 projetos de energia eólica aprovados em 2004, só dois estão em obras: o de Osório (RS), com 150 mw, e o do Rio Grande do Norte, com 49,3 mw.

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vale a pena ver de novo

  • Em homenagem ao acordo hoje assinado entre o atual presidente do Brasil (que só quer garantir mais uns anos no posto), o ministro das comunicações do Japão (que parece ter feito um bom negócio), e as emissoras de tevê (blablablá), repito esse post que, por sinal, é o campeão de audiência do blog. 😐

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propaganda no orkut

Se funciona? veja a diferença de acesso ao caçula da família google, o joga.com (lançado em abril no embalo da copa), desde que surgiu um banner na página inicial do orkut, dias atrás.

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Os dados são do medidor de tráfico web alexa.
(se o joga vai emplacar ou não é outra coisa).

Interessante notar é que o banner direciona para uma extensão firefox, independente do navegador utilizado.
Testei com ópera, iexplorer, flock e, claro, firefox.

o negócio de inventar nomes

Fernando Beltrán, de 50 años, es poeta. Ha publicado más de una decena de libros. Una antología de sus poemas ha sido traducida al francés. Su último trabajo, El corazón no muere, acaba de salir en Hiperión. Y como todo buen poeta, ha vivido siempre de otra cosa.
f_beltran.jpg Fue administrativo, librero, periodista, actor, guionista de cine y empleado en una agencia de publicidad. En nada duró mucho. Pero en el mundo de la publicidad vislumbró su hueco: “No se les daba importancia a los nombres. Ni siquiera tenían mucho presupuesto para eso. Para el marketing, sí; para el logotipo de la marca en cuestión, también, y para el mercado, pero el nombre era lo de menos”. Beltrán decidió, hace 14 años, crear una empresa dedicada exclusivamente a la creación de nombres. Sus amigos le dijeron que si estaba loco, que se iba a morir de hambre, que para eso, mejor dedicarse en exclusiva a la poesía…

Texto completo em El País, indicado pelo Jornada.

disinformation store

maybe logicRobert Anton Wilson:
Maybe Logic

Guerrilla ontologist. Psychedelic magickian. Outer head of the Illuminati. Quantum psychologist. Sit-down comic/philosopher. Discordian Pope. Whatever the label and rank, Robert Anton Wilson is undeniably one of the foundations of 21th Century Western counterculture.

..^..

Nas palavras do autor: “Maybe Logic is a cinematic alchemy that conjures it all together in a hilarious and mind-bending journey guaranteed to increase your brain size 2 – 3 inches!”

:))

cybugs: os insetos cyborgs

whale_wspaA Sociedade Mundial de Proteção Animal (WPSA) inaugurou este mês, em Londres, uma exposição itinerante de fotos com o pior e o melhor no tratamento dispensado aos animais em várias partes do mundo. A mostra deve passar por Dinamarca, África, Brasil e Canadá, ainda este ano.

Enquanto isso, as pesquisas com animais correm soltas, também produzindo seus melhores e piores momentos.

Bom exemplo vem do American Institute of Biological Sciences que publicou um recente estudo sobre a contribuição dos insetos para a economia dos Estados Unidos. No mínimo, ameniza o preconceito de que esses bichinhos só causam prejuízo e desconforto.
Além de produtos conhecidos, como mel e seda, o estudo avaliou a participação dos insetos no controle de pragas, na melhoria de estercos e adubos, nos processos de polinização e, por fim, sua contribuição, nem sempre espontânea, para a cadeia alimentar.

Feitos os cálculos, os pesquisadores chegaram ao montante de U$ 57 bilhões, valor considerado conservador pois ainda existiriam outras contribuições mais dificeis de mensurar.

Armas de guerra

cyborg_bugsPor outro lado, a DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), dos EUA, outrora responsável pelo embrião da internet, revela grande interesse em pesquisas que visam transformar insetos (e outros animais) em sensores teleguiados camuflados.

Experiências de implantes neurais são realizadas há anos em ratos, cachorros, macacos, tubarões e sabe-se lá em que mais.

Nos insetos, as interfaces bioeletromecânicas, ou Hybrid Insect Micro Electro Mechanical Systems (HI-MEMS), seriam implantadas no estágio em que a larva se transforma em casulo, como no esquema ao lado.

Em teoria, os insetos poderiam incorporar o chip em seus sistemas nervosos durante esta fase da metamorfose, tornando-se remotamente controláveis ao final do processo.

Os especialistas dividem-se entre excitados, espantados, céticos e irônicos. O biólogo e professor da Universidade de Minnesota, PZ Myers explica em seu blog que dada a complexidade do sistema nervoso dos insetos, essa experiência equivale a colocar um boeing 747 nas mãos de uma criança.

Em pesquisas anteriores com vespas e abelhas, DARPA até registrou um certo sucesso inicial, mas os efeitos se anulam com o tempo. Consta que abelhas até podem ser treinadas para reconhecer pessoas, mas daí a saudá-las e obedecer ordens é outra história.

Na matéria da BBC da qual tirei o esquema acima, o entomologista Dr George McGavin, da Universidade de Oxford, afirma que é muito improvável conectar o aparato tecnológico aos terminais nervosos certos dos insetos, principalmente no que se refere ao controle de vôo.

mib2.jpgDe modo geral, quase todos concordam que há boas chances de que os insetos possam cooperar na detecção de explosivos pelo olfato, mas controlar vôo e outras atitudes seriam coisas mais da ordem da ficção.

Se é assim, além de considerar a iniciativa lamentável, penso que talvez o que o pessoal da DARPA consiga mesmo nessas tentativas é recuperar o prestígio e o emprego desses dois caras aqui ao lado, mister Jones e mister Smith, the men in black.

celulares não combinam com raios

raiosParece instintivo não usar telefone celular debaixo de chuva com raios e trovões, mas como tem gente que morre disso é bom avisar "especialmente as crianças que não se dão conta dos riscos" e que mais e mais utilizam esses aparelhos.

Paul Taylor, cientista do Instituto de Meteorologia britânico, acredita que há perigo até em ter um telefone no bolso no meio de uma tempestade e que celulares são tão perigosos na condução de eletricidade quanto moedas e anéis.

Alguns dados:

  • A todo momento há, em média, 1,8 mil tempestades em curso, com 100 raios a cada segundo.
  • Um raio viaja a 22,5 mil km/hora e descarrega 300 mil volts de eletricidade no solo em milésimos de segundo, aquecendo o ar em volta para 30 mil ºC – cinco vezes mais quente do que a superfície do sol.
  • A probabilidade de ser atingido por um raio é de uma em três milhões (mais fácil que ganhar na mega-sena).

Fonte: BBC Brasil.