glossário químico-político

[O político é acréscimo meu ao Glossário do LQES
– Laboratório de Química do Estado Sólido, Unicamp.
Veja se concorda.]

Jornada nas estrelas, cenário
Algumas construções de dispositivos potencialmente perigosos, que podem se auto-replicar espalhando-se desastrosamente.

Tipo sanguessugas, mensalões e outros dispositivos ainda desconhecidos montados pelos governantes de plantão para ‘assegurar a governabilidade’, que se auto-replicaram e se espalharam desastrosamente. Viajei?

Também achei lá outros conceitos bem interessantes:

  • Mídia-morfose
    Revolução da comunicação devido ao poder dos computadores multimídia e das redes de comunicação.
  • Ordem-desordem, transição de fase
    Transição de fase que envolve reposicionamento ou reorientação de átomos em uma estrutura, passando-se de um arranjo mais ordenado a um mais aleatório, ou vice versa.
  • Simbionomia
    Teoria unificada da auto-organização e da dinâmica de sistemas complexos. Evolução simbionômica: evolução generalizada que leva a um aumento da complexidade e da organização, estendendo-se ao conjunto da matéria, da vida, do homem e das sociedades.
  • Sistema complexo
    Sistema que se caracteriza pelo elevado número de elementos que o constituem, pela natureza das interações entre os mesmos, e pelo número e variedade de ligações que os unem entre si. São exemplos de sistemas complexos: a célula, uma cidade, um ecossistema.
  • Subsunção
    Ação de subsumir (do latim sumptio , substantivo verbal de sumere , “pegar”, “agarrar”). Subsumir significa pensar um objeto individual como compreendido em um conjunto. (“Considerar como dependente ou como compreendido em.”)
  • Tecnosfera
    Conjunto de ferramentas, de técnicas e de máquinas (mecânicas e eletrônicas) que asseguram a produção, a reprodução e a manutenção do organismo social.
  • Vida artificial
    Fabricação pelo homem de formas de vida capazes de se desenvolver de modo autônomo e independente.

E, para quem tá chegando agora:

  • Nanotecnologia
    Desenvolvimento e uso de dispositivos, os quais têm tamanho de alguns poucos nanometros. Pesquisa que vem sendo realizada, visando componentes muito pequenos, os quais dependem dos efeitos eletrônicos e podem envolver um número contável de elétrons em sua ação. Tais componentes podem ser muito mais rápidos que os componentes maiores. Considerável interesse tem sido dado à produção de estruturas em nível molecular, obtidas por seqüências de reações químicas. Tem, ainda, sido possível manipular átomos individualmente, nas superfícies, usando-se uma variação do microscópio de força-atômica.

nanometro.png

Os cientistas propõem ampliar o debate, trocar conhecimento e dividir responsabilidades com a população, pois sabem das oportunidades e dos riscos inerentes a nanotecnologia.

Paulo Roberto Martins, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), diz que é necessário pensar como conduzir o debate público sobre a nanotecnologia.

“A primeira coisa é avaliar como foi o debate sobre os transgênicos e aprimorar os erros acontecidos. Deve-se lutar para uma maior transparência na construção de um plano nacional de nanotecnologia para o país. Temos que ter estratégias para que os diferentes setores da nossa sociedade tenham consciência do que é a nanotecnologia e com isso tenham capacidade de participar do processo decisório”, defendeu.

O representante da Fase, Jean-Pierre Leroy pontuou que há uma ligação cada vez maior entre a ciência e o mercado e que os interesses privados levam a uma falta de isenção sobre possíveis riscos do desenvolvimento tecnológico.

“É papel do cientista ter um esforço pedagógico, de vulgarizar o saber. Para a ciência é fundamental saber se explicar porque é a sociedade quem deve decidir. Nosso futuro não deve ser decidido por um comitê científico. Ele pertence a nós.”

João Carlos Freitas Nunes, da Universidade de Coimbra, concordou: “A ciência não deve ser debatida apenas por quem faz ciência, mas por todos que serão atingidos pelas novas tecnologias. E é esse debate que legitima a ciência.”

Taí uma área problemática para distinguir ficção de realidade.

Um pensamento sobre “glossário químico-político

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