Registro aqui esse termo porque meu radar de neologismos apontou um incrível aumento no número de menções – quase 75.000 no google – nesta última semana, após um infeliz editorial da Folha de São Paulo. Veja o trecho abaixo:
Lembrando que ditabranda nem é invenção da Folha. O termo já foi usado em outras praças para designar a primeira fase do regime militar brasileiro, entre 1964/1968, antes do AI-5.
A Folha usa em outro sentido, com outro propósito. Fora a indignação já expressa por respeitáveis intelectuais, se fizermos um esforço para esquecer a história, as vítimas e as atrocidades do regime militar, ficando apenas na comparação sugerida, chegamos a uma inacreditável inversão de valores.
Para a Folha, quem chega ao poder detonando as instituições logo de cara é menos ruim do que quem chega ao poder via instituições vigentes. Lembra golpismo. Outra leitura sugerida é a seguinte: quem comanda ditaduras são ditadores, quem comanda ditabrandas são amigos. Não?

Globalmente, as empresas já sofreram uma perda de valor de mercado de US$ 30 trilhões em um ano por causa da dramática crise atual, segundo o diretor do 


Em 2000, líderes de 189 países concordaram com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, um plano global para diminuir pela metade a extrema pobreza até 2015. Mesmo assim, todo dia 50 mil pessoas morrem como resultado da extrema pobreza, e a distância entre ricos e pobres aumenta.